Erica, que saudade...
Poema que a Erica me enviou e que eu vi hoje, depois de um bom tempo...
Eu fico aqui perdida
vendo morrer meus sonhos
assistindo serem vencidos meus desejos
sentindo a dor de nada ter
falecendo por dentro sem nada saber
sentindo ainda na boca o teu gosto
e no corpo a dor da tua falta
rompeu-se a esperança
partiu-se a segurança
e ficou esta dor maldita que me estraçalha o peito,
corro, me escondo, mas não tem jeito
ela não vai embora
e quando finge desaparecimento
não fica sumida muito tempo
assim que penso estar feliz
me alveja com sua ira
queima meus olhos e faz de mim pó
Oh! Morte amiga me livra deste infortúnio
me tira esta angustia
me feche os olhos e descanse o peito
para que enfim possa morrer, e renascer
como uma fênix... e tentar ser feliz
Eu fico aqui perdida
vendo morrer meus sonhos
assistindo serem vencidos meus desejos
sentindo a dor de nada ter
falecendo por dentro sem nada saber
sentindo ainda na boca o teu gosto
e no corpo a dor da tua falta
rompeu-se a esperança
partiu-se a segurança
e ficou esta dor maldita que me estraçalha o peito,
corro, me escondo, mas não tem jeito
ela não vai embora
e quando finge desaparecimento
não fica sumida muito tempo
assim que penso estar feliz
me alveja com sua ira
queima meus olhos e faz de mim pó
Oh! Morte amiga me livra deste infortúnio
me tira esta angustia
me feche os olhos e descanse o peito
para que enfim possa morrer, e renascer
como uma fênix... e tentar ser feliz
