Saturday, December 31, 2005

Acordemos!

Está na hora de acordar
Nos reunir para lutar
Mas não podemos morrer
sem ao menos tentar.

As coisas devem mudar
não podemos continuar passivos
aos problemas que nos cercam
que despedaçam o nosso mundo
corrempem nossa alma
e destroem nosso futuro.

Lutemos por nossos sonhos
e se por eles morrermos
que seja na tentativa
de melhorar a vida!

Thursday, December 29, 2005

Lamentos...











Como posso eu transformar essa dor em poesia
Como posso eu suportar às 24 horas do dia
Como posso passar para os outros alegria
Se meu peito está cheio de saudade e agonia?

Quanto mais passa o tempo,
Mais me encho de lamentos
Sem mostrar para os outros
O tamanho do meu sofrimento.

Minha vida há muito foi roubada
Há todo momento penso em recuperá-la
Mas às vezes me indago se terei forças
Para um dia reconquistá-la.

Estou muito longe de minha felicidade
Morro aos poucos com o passar da idade
Isto pode até parecer triste ou mesmo pueril
mas são os lamentos de um garoto sombrio.

Wednesday, December 21, 2005

O cheiro de seus belos cabelos...


Há muito assim não me sentia;
com esta melancolia, esta agonia.
Ah! Como eu queria voltar a vê-la
e com seus beijos me entorpecer.

Hoje recordei-me do cheiro
do cheiro de seus belos cabelos
esta sensação entristeceu minha alma
que há muito ânsia a morte.

A tristeza invadiu meu ser
reacendeu a chama da morte
encobriu-me a razão
para meu coração voltar a bater.

As lembranças voltaram
e com elas o dom de escever
que apenas me foi dado
para nosso amor enaltecer.

Jà não apenas por você
continuo no percurso do viver
talvez por no fundo saber
que todos nós vamos morrer.

Queria tê-la em meu braços
para segurar suas mãos,

beijar tua boca, sentir seu doce cheiro

e desta maneira acalentar meu coração
depois disso poderia ter minha vida arrancada,
pois meus desejos já estariam realizados.

Saturday, December 17, 2005

Amor, amizade e paixão

Sei que serei esquecido
Assim é a lei desse mundo
Um doce soneto perdido
Dura apenas um segundo

Amor, amizade, paixão
Doces sonhos que se vão
E duram apenas segundos
que machucam o coração

Sentimentos extremamente doces
que causam sofrimento e dor,
um dia parem e pergunten-se:
É para isso que existe o amor?

Odeio esta vida,
odeio este mundo,
não quero ficar vivo,
nem mais um segundo!

Sunday, December 11, 2005

Mundo na Escuridão

Sol que me castiga
fogo queimando a selva
pedido de um garoto sombrio
que morra a luz e venha as trevas

Das tumbas levantam as almas
Na escuridçao se fortalecem
dançam, cantam na chuva
Aurora! Todas desaparecem

Lua num céu escuro e estrelado
Deusa da noite que ilumina
abrace os mortos
fique ao seu lado
tome conta de nossos dias

É o fim
Não Temas!
Sinta as sombras no seu coração
da morte nasce a vida
um mundo sem ilusão
onde apenas sobrevivem
os que enxergam a arte na escuridão

Thursday, December 08, 2005

Lay your heart to rest... - 03

Para que viver se nem refletir podemos? Pois a partir do momento que realmente começamos a fazer uso de nosso senso crítico não podemos mais ser “felizes”, uma vez que nos depararemos com inúmeras atrocidades, sofrimento, desilusão, angústia, fome, miséria, morte.

Morte, este sim é o verdadeiro caminho, o objetivo real do ser humano, a meta que devemos e merecemos, todos, alcançar. A morte é o que nos resta, é o que nos espera, é o nosso verdadeiro destino, é onde todos seremos iguais (alimento para os vermes).

Não quero, não posso e não vou de modo algum compactuar com esta sociedade hipócrita da qual fazemos parte! Quero o meu fim (ou meu começo, isto é bem relativo), quero algo realmente verdadeiro, puro, ingênuo, mas como isto não é possível, só me resta acelerar a minha caminhada rumo ao meu verdadeiro destino.

Adeus...

Tuesday, December 06, 2005

Lay your heart to rest... - 02

As horas passam rápido
mas tudo tem um fim
agora quero que me diga:
"Qual o sentido de viver assim"?

Cansei-me desta vida
que foi para mim imposta.
Esta vida deprimida
logo estará morta.

Saturday, December 03, 2005

Lay your heart to rest...

Vim do nada - e prossigo para o nada...
vencendo as distâncias, na ilusão de ser forte!
sepultando esperanças em cada enseada,
distancio-me da vida... caminhando para a morte!